sábado, 15 de novembro de 2008

Meditação e Relaxamento

Ultimamente, muito se tem comentado sobre meditação e técnicas de relaxamento e controle do estresse.

Há diferentes metodologias e até conceitos sobre o que é meditação, pois este termo é utilizado por diferentes filosofias e religiões. Alguns conceitos são até contraditórios.

Vou compartilhar apenas a minha visão particular sobre o conceito de meditação.

A meditação é um estado de atenção plena no momento presente, no aqui-agora. Este estado pode ainda ser caracterizado por uma atitude de não-resitência, de aceitação e de conexão consigo mesmo e com tudo à sua volta.

Quando você está neste estado, sua percepção é ampliada e você é capaz de perceber suas sensações, seus pensamentos e seus sentimentos. Pode ser também que em determinado momento, você também se de conta do que há por trás de todas essas sensações, pensamentos e sentimentos até chegar à sua verdade mais profunda.

A meditação pode acontecer em qualquer lugar e em qualquer momento. Pode acontecer enquanto você está fazendo algo ou enquanto não estiver fazendo nada. Pode acontecer nas chamadas “técnicas de meditação” ou simplesmente enquanto você caminha ou conversa com alguém.

Meditação não é um estado de desconexão com a Vida, não é fuga. Muito pelo contrário, é um estado onde você vai em direção à Vida, onde você entra em contato com ela e tem plena consciência de que você é também é parte dela.

Neste estado, pode ser que os pensamentos e julgamentos cessem e que você veja tudo do jeito que é, sem qualquer interpretação ou julgamento de valor. Pode ser que sinta um estado de total tranquilidade e silêncio interno.

Uma das consequências deste estado é o relaxamento das tensões físicas e mentais. Entretanto é preciso ficar claro que meditação e relaxamento são conceitos diferentes. Como foi dito, a meditação pode acontecer em qualquer momento. Você pode fazer uma caminhada em estado de meditação. Em uma caminhada seus músculos da perna não estarão totalmente relaxados, do contrário, você não seria capaz de caminhar. A diferença é que neste estado sua atenção será tão plena que você utilizará apenas a força necessária para caminhar.

Uma das maneiras mais simples de experimentar a meditação é trazer a atenção para seu corpo e manter uma respiração solta e fluída com uma atitude de observador passivo das sensações, dos pensamentos e dos sentimentos. E quando isso se tornar natural em você, talvez você perceba e se dê conta de quem você realmente É.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

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sábado, 20 de setembro de 2008

O Respeito

O respeito é um conceito relativo que, na maioria das pessoas, está diretamente relacionado aos valores pessoais de cada um. Tais valores são aprendidos na família, na escola, na sociedade ou nos programas de televisão como acontece com muitas crianças hoje em dia.

O conceito de respeito adotado por cada um influencia diretamente os relacionamentos que esta pessoa tem consigo própria e com o mundo à sua volta. Aqueles que estão apegados rigidamente aos seus valores pessoais provavelmente entrarão em conflito com outras pessoas que tenham valores diferentes e que também estejam rígidos em sua postura, criando assim um grande conflito interno em ambas as partes.

Na relação pai e filho, os conflitos em relação ao tema respeito vêm à tona frequentemente. Alguns pais foram educados a acreditar que a obediência é sinônimo de respeito. Esse tipo de atitude é constantemente observado também na relação mestre e discípulo, onde este se deixa guiar mentalmente, emocionalmente e até fisicamente pelo “mestre” em questão. Os conflitos se iniciam quando o(a) filho(a) começam a entrar em contato e incorporar outros valores pessoais vindos da escola, da sociedade e do convívio com outras pessoas.

Há uma outra forma de respeito que transcende os valores pessoais de cada um. Ele ocorre quando cada pessoa aceita o outro do jeito que é. Esse tipo de respeito não é uma obediência, e sim uma aceitação da manifestação do outro e de sua existência. É um respeito que nivela todos nós como iguais e faz com que cada um se conecte com sua própria força.

É um respeito que coloca cada um no seu devido lugar e delimita as responsabilidades de cada um para com sua própria vida. A pessoa que atingiu esta forma de respeito não quer mais mudar o outro, e sim confia naquilo que atua no outro.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O Importante

Algumas pessoas podem se incomodar com o que você falar.
Algumas pessoas podem se incomodar com o que você deixar de falar.

Algumas pessoas podem se incomodar com o que você fizer.
Algumas pessoas podem se incomodar com o que você deixar de fazer.

Algumas pessoas podem se incomodar com o seu barulho.
Algumas pessoas podem se incomodar com o seu silêncio.

Algumas pessoas podem se incomodar com a sua tranquilidade.
Algumas pessoas podem se incomodar com a sua ansiedade.

Algumas pessoas podem se incomodar com a sua alegria.
Algumas pessoas podem se incomodar com a sua tristeza.

Algumas pessoas podem se incomodar com a sua ação.
Algumas pessoas podem se incomodar com a sua não ação.

Algumas pessoas podem se incomodar com a sua Presença.
Algumas pessoas podem se incomodar com a sua não presença.

Algumas pessoas podem se incomodar com o seu jeito de Ser.
Algumas pessoas podem se incomodar com seu o jeito de não ser.

Assim sendo, o que realmente importa ou não é a PAZ que você sente no Coração.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Encare-se !

Hoje em dia muitas pessoas tem acesso à um espelho e um exercício muito simples para praticar é se encarar nos próprios olhos.

São poucas as pessoas que realmente se olham nos próprios olhos. Para algumas esse exercício pode causar algum desconforto no começo. Experimente perceber as sensações que emergem em você e mantenha sempre a respiração livre e suave.

Pode ser que pensamentos ou julgamentos sobre si mesmo venham à mente. Experimente apenas testemunhar tais pensamentos sem se apegar à eles. Pode ser que um sentimento ou emoção venha à tona. Experimente não resisitir à tais sentimentos ou emoções.

Dessa forma, você estará entrando em contato cada vez mais fundo com você mesmo. Pode ser, que depois de um tempo, um sorriso brote em seu rosto. Contemple-o e desfrute-o. Experimente dizer bom dia à você mesmo(a). Experimente dizer “Obrigado(a)”. Experimente dizer “Eu te aceito do jeito que é !” e observe o que acontece.

Encarar e se enfrentar é um dos exercícios mais simples e mais profundos que podemos fazer para nos conhecermos e transcendermos as nossas resistências para encontrar a paz em nós mesmos.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O Desejo de estar no Controle

Muitas pessoas tem o desejo estar no controle de tudo. Outras acreditam que estão no controle de determinada situação ou até mesmo de suas próprias vidas.

E quanto à você ? Do que você realmente tem controle ? Você tem controle do seu corpo ? Tem controle das suas emoções ? Tem controle de seus pensamentos ? Tem controle de quando irá morrer ? Aliás, quem é esse “você” que quer ter este controle ?

O desejo de controle pode estar relacionado à diversas situações. A mais frequente é um sentimento de insegurança e medo perante à Vida e a morte.  Ela não confia na Vida e tem também medo da morte e do desconhecido. Ela está com a mente no futuro e se ilude acreditando que pode controlá-lo. Alguns livros, filmes e até cursos de auto-ajuda apontam nesta direção: utilizam esse desejo inconsciente e iludem ainda mais a pessoa fazendo-a acreditar que pode ter a Vida em suas próprias mãos. Esta é uma atitude que coloca à pessoa como centro de toda a existência e do universo. É uma maneira infantil de pensar que afasta a pessoa da realidade daquilo que é.

Talvez, o único elemento que você tenha realmente controle é sua intenção. A intenção é uma atitude interna. Ela também pode estar focada no controle. Ou também pode estar focada em uma outra atitude: a conexão. Ao invés de tentar controlar o corpo, experimente se conectar com ele. Ao invés de tentar controlar suas emoções, experimente deixar que elas fluam mantendo uma conexão com elas. Ao invés de tentar controlar à Vida, sintonize-se e conecte-se com ela.

Fato é que você faz parte e está inserido dentro de um sistema maior onde existem milhares de outros seres vivos e você não tem como controlar os eventos que surgem em sua Vida. Quando você aceita esta realidade, a conexão com a Vida ocorre naturalmente. E, dessa conexão surge uma nova maneira de encarar as situações que ocorrem em sua Vida. É a partir desta outra maneira de enfrentar a Vida que você aprende cada vez mais sobre si mesmo e se desenvolve com toda e qualquer experiência que surgir.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

O Silêncio

O Silêncio está sempre presente. Ele está por trás de tudo.

É do silêncio que se brotam os sons e os pensamentos. Por trás de todo e qualquer sentimento e de toda e qualquer emoção você encontrará o silêncio.

Não há nenhum momento em que o silêncio não esteve presente. Ele sempre existiu e sempre existirá. Alguns pensam que o silêncio é passageiro. Como pode ser passageiro se o que passa realmente são apenas os pensamentos ? Quando não há mais nada, qual é a única coisa que sobra ? É o próprio Silêncio.

Conforme você for se aprofundando dentro de si mesmo, você o perceberá e entrará em contato com aquilo que atua e sempre atuou em você. Algo que está sempre disponível e ao alcance de todos.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Perceba o seu Corpo

Perceba as sensações do seu corpo. O seu corpo está sempre no presente, no aqui-agora.

Perceba principalmente sua respiração. Ela reflete o seu estado interior.

Perceba se por algum momento você parou de respirar. Isso acontece geralmente quando recebemos algum estímulo externo. Ao notar que parou de respirar, experimente soltar o ar naturalmente e suavemente. Algumas vezes, algum sentimento pode emergir. Experimente não resistir. Se entregue ao sentimento e acompanhe-o respirando conscientemente.

É a respiração que te mantém em contato com a Vida.

Pratique a auto-percepção ao assistir um filme, ao ler um livro, ao praticar uma atividade física, ao interagir com outras pessoas e até mesmo ao ficar parado em silêncio.

Perceba o seu corpo e desfrute a Vida que ele representa.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O Fanatismo

Hoje em dia, algumas pessoas estão aprimorando suas habilidades e investindo em conhecimento para fins profissionais, pessoais ou políticos. Outras simplesmente se envolvem em uma prática como os esportes, a religião, as artes entre tantas outras opções.

O fanatismo vem do fascínio. Quem nunca ouviu alguém dizer: “Eu estou fascinado por isso, aquilo ou alguém.”

É um estado hipnótico que geralmente traz uma conotação de encantamento fantasioso e sedutor. Aquele que é fanático, o é por algo geralmente externo.

Vamos aprofundar um pouco mais sobre esse assunto:

Quando você está em uma prática com total empenho e atenção, ali existe foco, concentração. Seus sentidos estão concentrados em uma atividade.

Se você tem uma prática assim todos os dias mesmo que seja em uma profissão ou lazer, você superou o primeiro desafio, o foco. Por praticar muitas horas por dia ou simplesmente todos os dias você é um fanático(a)? Não.

Se você está focado e atento durante a prática, e mesmo assim você se encontra receptivo à tudo que se passa à sua volta não bloqueando sua percepção aos estímulos e informações do meio em que você está, você não é um fanático. É apenas um praticante em potencial.

O fanático está contido e fechado para os movimentos que giram a sua volta. Sua percepção está alienada. Só existe um ponto e nada mais a sua volta. O fanático é inflexível. Sua verdade é única e absoluta.

O fanático está no fascínio e por isso ele perde a consciência da continuidade e da totalidade. Está preso à uma idéia, ideologia, regra ou crença. Quando algo não vai de acordo com o que está apegado, tenta mudar o exterior. Há resistência e com isso vem a dor e sofrimento.

Autora: Elaine Lilli Fong e Equipe

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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O Poder da Palavra

O Ser Humano é o único ser vivo no planeta Terra que utiliza a palavra como meio de comunicação intrapessoal (consigo mesmo) e interpessoal (com o outro). A palavra é um símbolo que expressa uma idéia, e está intrinsicamente relacionada com nossa mente. A mente, por sua vez, está relacionada diretamente com nossos sentimentos, com nosso corpo, com nossas atitudes e com nossas ações. A palavra escrita ou falada por nós tem grande influência na maneira como vivemos, pois é através dela que a maioria das pessoas se comunica com o mundo externo e até interno. Percebemos o poder que a palavra tem em nossa sociedade através de frases do tipo: “Dou-lhe a minha palavra !”, “Quero a sua palavra.”, “Dito e feito !” etc.

A palavra também está diretamente relacionada à capacidade de realização pessoal de cada um. Aquilo que acreditamos em nossas vidas são formuladas por frases que adotamos como verdade. Tais frases, também conhecidas por crenças, moldam a realidade à nossa volta.

Uma das maneiras de aumentar o poder de realização pessoal é alinhar a sua palavra com suas atitudes e ações. Algumas pessoas, ainda não conscientes dos inúmeros pensamentos que lhe afligem a mente, expressam verbalmente tudo que lhes vem à cabeça. Prometem, afirmam, pregam, sem perceber que suas atitudes e ações não condizem com aquilo que falam ou com o que foi dito. Tais pessoas dificilmente sentem-se realizadas ou capaz de realizar algo. Pode-se considerar que o poder da palavra destas pessoas está fraco. Algumas podem até conseguir uma aparente realização externa, mas o sentimento interno predominante não as satisfaz. Tal enfraquecimento de sua palavra vem da falta do estado de presença e, da consequente incongruência e desalinhamento entre a mente, o corpo, os sentimentos e as ações.

Uma forma de (re)fortalecer o poder de sua palavra é começar primeiro a perceber o que você diz à si mesmo e às pessoas à sua volta. Com o desenvolvimento desta atenção e percepção mental, você começará a notar que muitas frases que diz são crenças assimiladas de seus pais, professores, da sociedade ou de suas próprias experiências que o(a) marcaram no passado. Ao tomar consciência destes padrões você aumenta suas possibilidades e tem a escolha de seguir por um outro caminho. Neste ponto, é importante agir a partir daquilo que foi dito ou escolhido por você. Às vezes, a mente, ainda muito influenciada pelos antigos padrões, poderá encontrar maneiras para você não agir conforme ela mesma havia dito. Talvez venham pensamentos lhe dizendo que não há tanta importância em fazer aquilo que se prometeu, ou ela pode até mesmo gerar sensações de cansaço ou preguiça. Fique atento e esteja presente para possíveis sinais de auto-sabotagem como estes.

Uma outra dica para alinhar aquilo que você fala com o que você faz é começar com pequenas coisas. Por exemplo, ao marcar compromissos, por mais trivias que possam parecer, cumpra-os. Se você for solicitado a ir ou fazer algo que não tem tanta certeza que quer ou pode cumprir, peça um tempo para refletir e responder com mais calma.

Com a prática, o hábito de estar presente e atento à sua mente, seu corpo, seus sentimentos e suas atitudes, será tão natural que tudo aquilo que expressar verbalmente ou não, terá um grande poder de realização interior e em todo o campo à sua volta.

Autor: Saulo Nagamori Fong e Equipe

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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A Irritação

Hoje é muito comum as pessoas dizererem: “Não fale comigo hoje, pois estou irratada(o)”, “Não agüento mais fulano(a) ! Ele(a) me irrita”.

Afinal, onde começa a irritação ? É o(a) outro(a) que te irrita ou é você que fica irritado ?

Os seus sentidos se irritam, e não você. Enquanto você estiver identificado com os sentidos a irritação permanece. Os sentidos existem como veículos de captação de cada instante. Você está recebndo dezenas de informações de todas as partes a cada instante.

Saiba que o seus sentidos estão impregnados de crenças, regras, julgamentos e interpretações distorcidas da realidade. Seus sentidos estão totalmente poluídos por uma reprogramação constante do que é certo ou errado. Desde a infância os seus pais já diziam o que pode ou que não pode ser feito como se fossem buzinas intermináveis ressoando no seu aparelho auditivo. O seu cérebro mal se desenvolveu e você já foi programado para ser de um jeito.

A irritação é como um chiado de rádio fora da estação. É um mecanismo de defesa do ego. Os seus sentidos captam as informações do ambiente e das pessoas ali presentes e se o que você vê, escuta e sente não estiver dentro dos seus padrões de aceitação, possivelmente o sistema começará a sofrer estresse, gerando alteração do humor, desconforto físico e, consequentemente, muita irritação.

Esse mecanismo funciona através de duas palavras chaves: aceitação ou rejeição. Aceitação é igual a conforto. Rejeição é igual à tensão, desconforto.

Pare um pouco, e reflita: com o que você realmente está irritado ? Com o outro ou com aquilo que você não aceita no outro ? Com o ambiente ou com o visual não adequado que você acha do ambiente ? A cidade é chata ou não está dentro dos seus padrões de conforto e diversão ?

Portanto, se você se irrita constantemente, comece a rever os seus valores e princípios. É bem provável que eles estão saindo do padrão social e você queira mudar o que acontece a sua volta.

Quando a irritação surgir, faça uma pausa. Observe o dentro e o fora. Volte a sua atenção para os seus sentidos. Perceba-os. Reflita sobre o que está acontecendo ? O que os seus sentidos estão captando que você não está dando conta?

Através dessas perguntas básicas você pode descobrir coisas que você não se dava conta. Não tente inibir a irritabilidade. Observe-a. Perceba-a e dialogue com ela.

É muito comum tentar sair imediatamente da situação quando se sentir irritada(o). Porém, isso não vai com que você se livre da irritação. Essa atitude apenas encobrirá a irritação fazendo com que a irritabilidade permaneça como pano de fundo, voltando ainda mais forte quando você se deparar com um novo estímulo.

Experimente praticar o silêncio e a observação. Não tome decisões precipitadas. Questione os impulsos, medite, descanse, fique sozinho quando puder. E lembre-se que você não é irritado, mas você fica irritado.

Autora: Elaine Lilli Fong e Equipe

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